Sinto-me sujo, corrompido pelas imundícies da condição humana. Apodreço por dentro - decomponho-me por fora. E todas as carcaças coexistem na sarjeta infinita, vagando sem a majestade fantasmagórica das almas; somente corpos, corpos putrefeitos e empoeirados, esqueletos carbonizados, cabeças ao longo da alameda. Somos imperfeições. Somos humanos! Carregamos toda escória em nosso interior. Cada um traz em si um pouco do que abomina.
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